Todos os artigos de Saracuruna (administrador)

Rua – Uruguaiana

Rua do bairro de Saracuruna, com residências, coméricio, praça, escola e clube. A portaria do Social Clube Rosário está nessa rua. A Rua Uruguaiana é conhecido por muitos, em parte, pela rua da feira, que ocorre todo o domingo em nosso bairro.

Rua Uruguaiana (google maps)
Rua Uruguaiana (google maps)

Sua denominação constitui referência a Uruguaiana, um município situado no extremo ocidental do estado do Rio Grande do Sul, junto à fronteira fluvial com a Argentina. A ponte internacional rodoferroviário inaugurada em 21.05.1947 pelos presidentes Eurico Gaspar Dutra, do Brasil, e Juan Domingo Perón, da Argentina, sobre o rio Uruguai liga Uruguaiana à cidade argentina de Paso de los Libres.

Rua Uruguaiana (google maps - street view)
Rua Uruguaiana (google maps – street view)

Outra denominação lembra a vitória obtida pelas tropas brasileiras, em setembro de 1865, após o sítio da cidade de Uruguaiana fortificada por numerosas forças paraguaias. O sítio da cidade foi assistido pelo Imperador D. Pedro II.

 

Fontes:
http://www.dicionarioderuas.prefeitura.sp.gov.br/PaginasPublicas/ListaLogradouro.aspx
http://www.dicionarioderuasfortaleza.com.br/

Estação de Trem – Saracuruna

  • SARACURUNA (antiga ROSÁRIO)
  • Município de Duque de Caxias, RJ
  • Linha do Norte – km 34,021 (1960) RJ-1945
  • Altitude: 3 m Inauguração: 24.04.1888
  • Uso atual: estação de trens metropolitanos com trilhos
  • Data de construção do prédio atual: 2000
Em Rosário, dezembro de 1938: a nova automotiva da Leopoldina Railway, adquirida da Sentinel Cammell, no dia de sua inauguração.
Em Rosário, dezembro de 1938: a nova automotiva da Leopoldina Railway, adquirida da Sentinel Cammell, no dia de sua inauguração.

HISTÓRICO DA LINHA: A linha que unia o centro do Rio de Janeiro a Petrópolis e Três Rios foi construída por empresas diferentes em tempos diferentes. Uma pequena parte dela é a mais antiga do Brasil, construída pelo Barão de Mauá em 1854 e que unia o porto de Mauá (Guia de Pacobaíba) à estação de R aiz da Serra (Vila Inhomerim). O trecho entre esta última e a estação de Piabetá foi incorporada pela E. F. Príncipe do Grão Pará, que construiu o prolongamento até Petrópolis e Areal entre os anos de 1883 e 1886. Finalmente a estação de Areal foi unida à de Três Rios em 1900, já pela Leopoldina. Finalmente, o trecho entre o a estação de São Francisco Xavier, na Central do Brasil, e Piabetá foi entregue entre 1886 e 1888 pela chamada E. F. Norte, que neste último ano foi comprada pela R. J. Northern Railway. Finalmente, em 1890, a linha toda passou para o controle da Leopoldina. Em 1926 a linha foi estendida finalmente até a estação de Barão de Mauá, aberta nesse ano, eliminando-se a baldeação em São Francisco Xavier. O trecho entre Vila Inhomerim e Três Rios foi suprimido em 5 de novembro de 1964. Segue operando para trens metropolitanos todo o trecho entre o centro do Rio de Janeiro e Vila Inhomerim.

Fazenda do Rosário em 1911. Seu nome deve ter sido a razão do nome original da estação.
Fazenda do Rosário em 1911. Seu nome deve ter sido a razão do nome original da estação.
Estação de Saracuruna nos anos de 1980.
Estação de Saracuruna nos anos de 1980.

A ESTAÇÃO: Foi aberta com o nome de Rosário quando se uniu a linha do Norte à linha Mauá-Petrópolis, em 1888. Em 1/6/1928, foi elevada de parada a estação (Circular T. 1002, de 10/5/1928, da Leopoldina Railway). Segundo Silvio Souza, morador local, o Sr. Francisco Vieira Neto foi um dos primeiros proprietários da fazenda Rosário, e que por volta do ano de 1926 teria feito uma exigência para que a estrada de ferro seguisse em frente (para Bongaba): no acerto ele pede o direito de fazer um botequim dentro da estação, para ele ou alguém de sua família. Hoje existe ali uma praça com o seu nome; como se vê, este senhor foi o “dono” de Saracuruna. “No dia 2 de novembro, início da operação da linha do Rosário da Estrada de Ferro Leopoldina com 39 km de extensão, no fundo da baía de Guanabara, entre Rosário e Porto das Caixas, passando por Magé e Visconde de Itaboraí. A nova linha possibilita a ligação direta entre as cidades do Rio de Janeiro e Vitória, desativando a travessia marítima o Rio de Janeiro e Niterói. A linha não foi construída antes devido às dificuldades de construção sobre imensa área alagadiça entre Magé e Visconde de Itaboraí” (Marcelo Almirante). Nos anos 1940 o seu nome alterou-se para o atual. Com o fim do trecho Vila Inhomerim-Três Rios em 1965, a estação de Saracuruna permaneceu como estação de trens de subúrbio, assim se mantendo até hoje. Segundo Nicholas Burmann, esta é a última estação ferroviária no Brasil que ainda mantém a sinalização mecânica. Por muito tempo, a eletrificação da linha parou em Gramacho, 3 estações antes de Saracuruna; hoje (2007) e desde data que eu não sei precisar, o final da eletrificação da linha já é em Saracuruna. Aqui também acaba hoje a bitola larga (que foi implantada na época da eletrificação da linha, final dos anos 1960 até Gramacho e mais recentemente até esta estação, como já visto), seguindo em frente a bitola métrica. A baldeação daqui para Vila Inhomerim e para Magé e Guapimirim ainda se mantém, pois para lá só seguem trens diesel. A estação de Saracuruna atual, edificada em 2000, é dividida em duas partes: a remunerada e a não remunerada.A parte remunerada é a na qual a passagem é paga na bilheteria para se ter acesso à plataforma e embarcar nos trens elétricos com destino à CENTRAL. A parte não remunerada é onde se entra livremente, pois a passagem é cobrada nos carros. Nessa área os trens são movidos a Diesel e têm como destinos Vila Inhomirim, servido pela SuperVia e Guapimirim, servido pela CENTRAL. A partir de 2011, esse ramal passou a ser operada pela SUPERVIA. A estação de Saracuruna passou a ser parada também de trens de subúrbio a partir de 1935, quando o trajeto destes trens foi esticado de Duque de Caxias até Raiz da Serra (Vila Inhomerim), mais precisamente em 21 de abril desse ano, de acordo com o jornal A Noite do dia seguinte.

Estação de Saracuruna em 2016.
Estação de Saracuruna em 2016.

(Fontes: Julio C. Silva; Carlos Latuff; Edson Vandeir Teixeira; Nicholas Burmann; Marcelo Almirante; Silvio Souza; Diego Barbosa; A Noite, 1935; Leopoldina Railway: circular, 1928; Revista da Semana, 1938; Edmundo Siqueira: Resumo Histórico da Leopoldina Railway, 1938; Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960; Mapa – acervo R. M. Giesbrecht)

Fonte: http://www.estacoesferroviarias.com.br/efl_rj_petropolis/saracuruna.htm

Av. Presidente Roosevelt – Quem foi?

A Av. Presidente Roosevelt é a rua de entrada do bairro e a principal de Saracuruna, Duque de Caxias-RJ. Veja abaixo quem foi o Presidente:

av-presidenteroosevelt

Franklin Delano Roosevelt nasceu em 1882, no Estado de Nova York. Ele frequentou a Universidade Harvard e a Faculdade de Direito de Colúmbia, em Nova York. Seguindo o exemplo de seu primo em quinto grau, o ex-presidente Theodore Roosevelt (1901-1908), ele entrou para a política. Em 1920 ele foi o candidato democrata à vice-presidência. Em 1921, aos 39 anos, ele foi acometido de poliomielite, demonstrando uma coragem indomável. Ele apareceu dramaticamente de muletas para indicar Alfred E. Smith na Convenção Democrata de 1924. Em 1928 ele se tornou governador de Nova York, o “Empire State” (Estado Imperial).

Ele foi eleito presidente em 1932. No início de 1933 havia 13 milhões de desempregados, e quase todos os bancos tinham fechado. Ele apresentou um amplo programa para ajudar as empresas, a agricultura, os desempregados e aqueles que corriam o risco de execução de hipotecas. Em 1935, o país estava se recuperando, mas empresários e banqueiros se voltaram contra o “New Deal” de Roosevelt. Demonstrando ganância em pleno período de crise, eles não gostavam das concessões aos trabalhadores e ficaram horrorizados com déficits no orçamento.

rooseveltinwheelchair

Foi então que Roosevelt respondeu com impostos mais elevados sobre os ricos, controles sobre os bancos e empresas de utilidade pública, um enorme programa de ajuda para os desempregados e um novo programa de reformas: o seguro social. Roosevelt foi reeleito por elevada margem de votos em 1936, 1940 e 1944. Foi o presidente que governou por mais tempo os EUA. Ele buscou uma legislação que levou a uma revolução na lei constitucional. Depois disso o governo poderia legalmente regular a economia.

Ele também buscou por meio de uma legislação de neutralidade manter os Estados Unidos fora da guerra na Europa, mas ao mesmo tempo adotou uma política de “boa vizinhança” para fortalecer os países ameaçados ou atacados. Assim, quando a França caiu e a Inglaterra ficou sitiada em 1940, ele começou a enviar para a Grã-Bretanha toda a ajuda possível que não representasse um envolvimento militar direto. Mas os japoneses atacaram Pearl Harbor em 7 de dezembro de 1941, levando Roosevelt a direcionar rapidamente a organização dos recursos e efetivo para a guerra mundial.

Sentindo que a futura paz do mundo dependeria das relações entre os Estados Unidos e a Rússia, o presidente dedicou muita reflexão ao planejamento da Organização das Nações Unidas, por meio da qual, ele esperava, problemas internacionais poderiam ser resolvidos. À medida que a guerra se aproximava do final, a saúde de Roosevelt deteriorou, e em 12 de abril de 1945, enquanto estava em Warm Springs, Geórgia, ele morreu de hemorragia cerebral.

Dia 11 de janeiro de 2001 em Washington, D.C., o presidente Clinton dedicou uma nova estátua do presidente Franklin D. Roosevelt em uma cadeira de rodas no Memorial FDR em Washington, D.C. na manhã do dia 10 de janeiro de 2001. A estátua, a primeira a retratar um líder mundial utilizando uma cadeira de rodas, está localizada na entrada do Memorial em Potomac Park numa área correspondente a 280 acres, entre os monumentos do Lincoln e do Jefferson.

“Essa dedicação representa uma grande vitória para as pessoas portadoras de deficiências”. O monumento do FDR finalmente reconhecerá a significante experiência de vida do presidente com a deficiência, que moldou as suas qualidades de liderança tais como sua coragem, determinação e compaixão, os quais o capacitaram a liderar a nação com sucesso durante as piores crises do século 20″, disse o presidente Alan Reich da Organização Nacional sobre Deficiência. “Essa estátua suntuosa será uma inspiração para as pessoas deficientes ou não em termos mundiais.”

A estátua de bronze em tamanho natural é trabalho do escultor Robert Graham de Venice, Califórnia, um dos quatro escultores do monumento original. A estátua é uma inspiração de uma pintura do presidente Roosevelt sentado em uma cadeira de rodas que ele desenhou e utilizou diariamente por mais de duas décadas, incluindo o seu governo de New York, a presidência em 1933 até sua morte em 1945. Existem raras fotografias do presidente Roosevelt em sua cadeira de rodas; temendo ramificações políticas, ele fez grandes esforços para demonstrar uma deficiência menor do que ele tinha e a imprensa colaborou com ele nesse aspecto. Mesmo como Presidente dos Estados Unidos, preferia caminhar com a ajuda de um guarda-costas do Serviço Secreto, do que andar de cadeira de rodas.

Nas palavras do presidente do conselho da Organização Nacional sobre Deficiência Michael Deland, que iniciou e conduziu a campanha durante 6 anos para obter aprovação do Congresso e fundos do setor privado para a estátua: “Enquanto Roosevelt escondeu sua deficiência para o público durante toda a sua vida, acreditando que o país não estava pronto para eleger um usuário de cadeira de rodas como Presidente, ele apesar disso permanecia em sua cadeira quando era enaltecido diante de públicos particulares, tais como quando visitou hospitais veteranos. É maravilhoso que o mundo inteiro compartilhará agora essa informação e saberá que o presidente Roosevelt conduziu o país a vitória na 2a Guerra Mundial e durante a Grande Depressão da sua cadeira de rodas. A liderança bem sucedida do presidente Roosevelt prova por toda a eternidade que a sua capacidade, não sua deficiência, deve ser levada em conta.”

Fonte: Sentidos

O que faz uma Câmara Municipal?

O Legislativo é uma dos poderes presentes em um Estado Democrático de Direito. Segundo o grande pensador Montesquieu, os três poderes devem ser independentes uns dos outros, mas ao mesmo tempo, devem ter o poder de se regular e fiscalizar quando necessário. É nesse contexto em que analisaremos por que a Câmara Municipal é importante dentro da política dos municípios.

Primeiro, o que faz uma Câmara Municipal?

A Câmara é o órgão legislativo municipal. É ela que trabalha na formulação das leis municipais, na aprovação ou veto das ações que a prefeitura deseja fazer. Além disso, cabe a ela fiscalizar as receitas e despesas do município.

Quem trabalha na Câmara?

Os membros mais conhecidos de uma Câmara Municipal são os vereadores. O número de vereadores nas Câmaras de cada município brasileiro é limitado por lei: quanto maior o município, mais vereadores ele é permitido ter.

Os municípios menores, com menos de 15 mil habitantes, podem manter Câmaras com no máximo nove representantes. Já em São Paulo, única cidade que possui mais de 8 milhões de habitantes, são permitidos até 55 vereadores.

camara-municipal-vereadores-por-habitantes

Os parlamentares municipais também encontram limites para seus salários, como você pode ver no quadro abaixo:

camara-municipal-subsidio-vereadores

Para além dos vereadores, a Câmara ainda conta com servidores, que foram selecionados em concurso público e portanto não ocupam cargos eletivos. Esses servidores exercem funções diversas, desde rotinas administrativas até a assistência técnica legislativa aos vereadores.

Qual a relação entre a Câmara Municipal e a Prefeitura?

A prefeitura tem como principais atribuições executar as obras no geral (pavimentação de ruas, construção de estradas, pontes, parques, escolas, entre outros), além de cuidar de assuntos estratégicos, como saúde, educação, mobilidade e assistência social, por meios de suas secretarias.

Dessa forma, já fica claro que, embora os poderes sejam independentes, eles estão intrinsecamente relacionados e necessitam da constante articulação para que o sistema funcione como um todo.

Por exemplo: a Prefeitura de determinada cidade deseja construir uma passarela em uma avenida movimentada, pois o índice de atropelamentos naquele lugar é elevado. Sendo assim, este projeto é elaborado e enviado ao Poder Legislativo, que vai avaliá-lo, analisar os prós e os contras e decidir se este será aprovado ou não.

Caso seja aprovado, o projeto volta ao Executivo, pronto para ser implementado. Cabe ressaltar que o poder legislativo também pode fazer modificações no projeto original, enviado pela prefeitura, e devolvê-lo com os respectivos reajustes. Nas mãos do prefeito, a política pública estará pronta para ser implementada, basta que ele a sancione.

Agora, vamos analisar outra situação: a Câmara Municipal deseja de elaborar um projeto de lei que aumenta o salário dos vereadores em 20%, e assim o faz. Os parlamentares elaboram tal projeto e o enviam à Prefeitura para ser aprovado. A prefeitura, porém, percebe a grande insatisfação popular que o projeto ganhou e decide vetá-lo, impedindo que ele entre em vigor. O projeto volta então à Câmara para revisão, que fica pressionada a rever sua posição.
Prefeitura e Câmara: conflitos podem gerar paralisação

Com esses exemplos, fica fácil de entender a importância da Câmara para a dinâmica da política municipal. Vale ressaltar também que, em muitos casos, quando a Câmara é composta por uma maioria de oposição política à Prefeitura, os processos geralmente são travados pelas instâncias por conta das ideologias e vontades partidárias, atrapalhando o funcionamento da máquina pública e não atendendo às demandas populares.

Por isso, é importante escolher muito bem em quem se vota tanto para vereador, quanto para prefeito, para que não haja esse tipo de embate no futuro. É essencial prestar muita atenção nas propostas dos candidatos nos quais se votará, pois é a harmonia delas que, possivelmente, facilitará as ações necessárias para tornar o seu município um lugar melhor para se viver!

Fonte e imagens: https://goo.gl/u58sqK

Entrevistas com candidatos à Prefeitura de Caxias, 2016

O G1(g1.com.br) conversou com oito candidatos à Prefeitura de Duque de Caxias, na Região Metropolitana do Rio. Foram conversas de 10 minutos, publicadas na íntegra nesta segunda-feira (26/09/16). A seis dias das eleições municipais o Saracuruna.com compartilha a informação na íntegra.

Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/eleicoes/2016/noticia/2016/09/entrevistas-com-candidatos-prefeitura-de-caxias-rj-assista.html