Estação de Trem – Morabi

MORABI
Município de Duque de Caxias, RJ
Linha do Norte – km 36,965 (1960) RJ-3851
Inauguração: n/d
Uso atual: estação de trens metropolitanos com trilhos
Data de construção do prédio atual: 1928(aproximadamente)

Parada Morabi em 2007
Parada Morabi em 2007

HISTORICO DA LINHA: A linha que unia o centro do Rio de Janeiro a Petrópolis e Três Rios foi construída por empresas diferentes em tempos diferentes. Uma pequena parte dela é a mais antiga do Brasil, construída pelo Barão de Mauá em 1854 e que unia o porto de Mauá (Guia de Pacobaíba) à estação de R aiz da Serra (Vila Inhomerim). O trecho entre esta última e a estação de Piabetá foi incorporada pela E. F. Príncipe do Grão Pará, que construiu o prolongamento até Petrópolis e Areal entre os anos de 1883 e 1886. Finalmente a estação de Areal foi unida à de Três Rios em 1900, já pela Leopoldina. Finalmente, o trecho entre o a estação de São Francisco Xavier, na Central do Brasil, e Piabetá foi entregue entre 1886 e 1888 pela chamada E. F. Norte, que neste último ano foi comprada pela R. J. Northern Railway. Finalmente, em 1890, a linha toda passou para o controle da Leopoldina. Em 1926 a linha foi estendida finalmente até a estação de Barão de Mauá, aberta nesse ano, eliminando-se a baldeação em São Francisco Xavier. O trecho entre Vila Inhomerim e Três Rios foi suprimido em 5 de novembro de 1964. Segue operando para trens metropolitanos todo o trecho entre o centro do Rio de Janeiro e Vila Inhomerim.

Parada Morabi em 2007
Parada Morabi em 2007

A ESTAÇÃO: A parada de Morabi não tem data de abertura identificada. Sabe-se que já existia em 1932, pois é citada nesse ano em um mapa da Prefeitura de Duque de Caxias (com o nome de Anhangá), e em 1960, quando foi listada no Guia Geral de 1960. Não há, porém, indicação desta parada nos Guias Levi. “De (Saracuruna), seguimos em um comboio de quatro carros de
passageiros tracionado por uma unidade diesel-elétrica em bitola, a partir desse ponto, métrica. A partir dessa estação e por mais uns dois quilômetros, esse ramal corre lado a lado, com o que vai para Guapimirim e Visconde de Itaboraí; em um dado ponto, faz uma curva de pequeno raio a esquerda, o que faz as linhas seguirem uma em cada direção. Dois quilômetros à frente, há uma pequena parada, Morabi, que é toda murada, sem propósito, visto que não há cobrança alguma” (Alexandre Fernandes Costa, 16/10/2006).
(Fontes: Alexandre Fernandes Costa, 2006; Carlos Latuff; Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960; Guias Levi, 1932-80; Mapa – acervo R. M. Giesbrecht)
Fonte: http://www.estacoesferroviarias.com.br/efl_rj_petropolis/morabi.htm

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